O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) do Alto Tietê participaram ontem do protesto contra o corte na Educação em âmbito nacional. A Apeoesp de Mogi das Cruzes não realizou nenhum movimento no município, no entanto, como as outras subsedes, o sindicato participou da movimentação em São Paulo, a qual levou professores e alunos da região.
Em Itaquaquecetuba houve manifestação na praça João Álvares. O ato teve a participação de professores e estudantes que são contra o corte de recursos da Educação. O movimento também ocorreu em outras 150 cidades do país.
O ato começou às 13 horas e contou com diversos representantes do sindicato; professores indignados com a situação atual da classe e da Educação no país. Após o movimento realizado no município, os manifestantes foram para São Paulo, onde continuaram o ato no Largo da Batata, às 16 horas.
Em Suzano, as subsedes da Apeoesp de Poá, Ferraz de Vasconcelos e Suzano realizaram também um ato ao lado da estação Suzano, subsequentes às manifestações que ocorreram em todo país. Segundo as informações do comitê Ferraz/Poá contra a reforma da Previdência, a manifestação de ontem teve o objetivo de que a Educação não é um capricho, mas sim, uma necessidade básica.
Nacional
Estudantes que foram aos atos pelo país - a manifestação em São Paulo começou no Largo da Batata - criticaram os cortes na Educação e temem que a decisão do governo Bolsonaro afete o ensino nas universidades públicas, federais ou estaduais.
Aluna de Fonoaudiologia na Unifesp, Isabella Guedes, de 19 anos, disse ter ido à manifestação por ter medo de não concluir a graduação que iniciou neste ano, com o congelamento do orçamento da universidade. "Já faltam coisas básicas no campus, de materiais a professores. Como podem cortar ainda mais verba?", afirmou.
Em Curitiba, os manifestantes se reuniram na Praça Santos Andrade e caminharam em direção à Boca Maldita, na região central da capital paranaense. Em Porto Alegre, os atos começaram na Esquina Democrática, no centro. O manifestantes seguiram em caminhada rumo ao Largo Zumbi dos Palmares, no bairro Cidade Baixa.
Em Salvador, as manifestações começaram pela manhã, no centro da cidade. Como no ato passado, sobraram críticas também para o governador da Bahia, Rui Costa, que é do PT. "Governador, que baixaria, educação não é mercadoria", gritavam alunos e professores da UNEB, que estão em greve há 52 dias.
*Texto supervisionado pelo editor.