A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Mogi das Cruzes chama a atenção da população para um antigo golpe: o pedido de doações (em dinheiro e até no cartão de crédito) feitos por pessoas que se utilizam do nome da organização social para fins próprios.
"Não é a primeira vez que recebemos notícias de que pessoas da comunidade estão pedindo doação em dinheiro em nome da APAE e, o que é mais preocupante, elas dizem que vão recolher o dinheiro na casa do doador. Olha o perigo que essa pessoa, interessada em doar, está correndo?", enfatiza o presidente da APAE de Mogi, João Montes, reforçando para que as pessoas não forneçam informações pessoais por telefone e, antes de fazer qualquer tipo de doação, certifique-se que o pedido é real ou falso. "Nós não contamos com serviço de cobrança na residência do doador. Se alguém receber esse tipo de ligação é para chamar a polícia e denunciar", explica Montes.
Para este tipo de doação, cujo pedido é feito por telefone, há uma empresa capacitada, com um telemarketing especializado, que se identifica em nome da APAE de Mogi das Cruzes. O nome dela é Sollo, empresa que faz a captação de recursos do programa APAE Energia, da EDP Bandeirante, parceira da Federação das APAESs do Estado de São Paulo (FEAPAES-SP).