No primeiro trimestre de atividades do Centro de Atendimento Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) de Mogi das Cruzes, o programa realizou 3.767 atendimentos, dos quais 1.111 com a equipe de enfermagem, 1.041 com psicólogos, 435 com assistentes sociais, além de 691 atendimentos em oficinas e 489 consultas com médicos psiquiatras. Os dados, que correspondem ao período da inauguração, no dia 7 de janeiro até o dia 31 de março, revelam ainda que, em especial, que nestes últimos dois meses (fevereiro e março) houve o aumento percentual de 56% no número de atendimentos, já que a média mensal destes meses foram 1.427 consultas e houve apenas 912 atendimentos em janeiro.
Inaugurado como mais uma ferramenta de fundamental importância para complementar a Rede de Atenção Psicossocial, como descreveu o prefeito Marcus Melo (PSDB), o Caps AD, presta atendimento integral às pessoas com necessidades específicas decorrentes do uso de álcool, crack e outras drogas.
Atendimento
Desde o primeiro dia de funcionamento, as ações do Caps AD continuam sendo lineares e mantendo o padrão de atendimento. A primeira avaliação é realizada pela equipe de enfermagem, em seguida pelos médicos, psicólogos e assistentes sociais. Estes profissionais elaboram o projeto terapêutico do paciente e, a partir deste trabalho, é estabelecido o tratamento, assim como em quais grupos e atividades o paciente será inserido.
Envolvidos
A família do paciente também recebe atendimento no Caps AD. Uma vez por semana, os familiares são recebidos por terapeutas e assistentes sociais. O serviço realiza, ainda, visitas domiciliares para elaborar um diagnóstico social ou para quem não tem disponibilidade de ir até a unidade.
O prédio fica na rua Júlio Mobaid, 61, na Vila São Francisco.
*Texto sob supervisão do editor