Um familiar de Douglas Murilo Celestino, que preferiu não ser identificado, um dos cinco alunos que foi assassinado no atendado de ontem em Suzano, narrou com exclusividade para o Grupo Mogi News como foi o dia da família do menino, desde o momento que acompanhavam pela televisão até a notícia da confirmação morte do garoto.
Emocionado, esse familiar contou que acordou com a mãe assistindo as primeiras informações pela televisão. "Ela estava me chamando perguntando se eu sabia de algo, e na hora não lembrávamos que o Douglas estudava na Escola Raul Brasil". Enquanto acompanham juntos pela televisão, a mãe de Douglas ligou para eles e disse que não estava conseguindo falar com o jovem, pois ele não atendia o telefone. Foi nesta hora que o desespero da família começou.
A família foi para a Santa Casa de Suzano, pois a haviam recebido a informação de que teria um garoto de nome Murilo (segundo nome do menino), com características similares ao jovem morto. Entretanto, havia sim um rapaz com o mesmo nome mas não se tratava de Douglas Murilo Celestino.
A família ligou mais vezes para o celular do menino, tentando localizar o estudante. Mais informações foram passadas aos integrantes da família que os levaram até Mogi das Cruzes, onde supostamente estaria Douglas. Até a 14h30 de ontem, a família não havia encontrado o garoto e o desespero aumentou. Os parente foram até Hospital Santa Maria e ao Luzia de Pinho Melo, mas no fundo, de acordo com o parente do jovem assassinato, a família já temia o pior.
Para tristeza de toda a família, a notícia da morte de Douglas chegou pouco antes das 15 horas.
Como era Douglas
De acordo com o parente, Douglas era um menino muito tranquilo, gentil, simpático. Um dos pontos que marcava a passagem do jovem quando estava nas festas de família era que ele pedia benção para todos os familiares. O que marcava Douglas era o cabelo grande e cacheado.
*Texto supervisionado pelo editor.