Duas mães de alunos que estudam na Escola Estadual Professor Raul Brasil, na região central de Suzano, questionaram o atendimento de alguns profissionais do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) da cidade. Em depoimentos durante audiência pública realizada anteontem, pela Ordem dos Advogados (OAB) de Suzano, que colheu ideias da sociedade sobre o tema segurança pública, uma das mães disse que levou filho ao Caps para receber atendimento, mas não obteve resposta sobre uma data de agendamento para consulta.
Já a outra mulher, que cobrou profissionais mais preparados para realizar o atendimento, afirmou que um profissional do órgão na Associação Cultural Suzanense Bunkyo, teria dito ao  filho "calma, isso só vai piorar". As declarações foram dadas no púlpito do Teatro Municipal Doutor Armando de Ré, para dezenas de pessoas que acompanhavam a audiência pública.
A Prefeitura de Suzano informou que não recebeu nenhuma reclamação referente a essas denúncias e que desde a última segunda-feira, o acolhimento psicológico destas pessoas é realizado nas 22 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e de Saúde da Família (USFs) de Suzano, além de todos os quatro Centros de Atendimento Psicossocial (Caps) do município.
Por meio de um comunicado, o Executivo também destacou que a fila para o atendimento chegou a mil pessoas e que em razão desta superlotação, a Secretaria Municipal de Saúde aguarda o convênio com o governo do Estado para ampliação do quadro de funcionários.
*Texto supervisionado pelo editor.