Apesar do transporte coletivo contar com câmeras de segurança, os atos de vandalismo ainda estão presentes no dia a dia. É comum ao entrar em um ônibus e encontrar assentos rabiscados e cortados - ou até mesmo a falta de assentos -, os vidros das janelas riscados e lixo pelo chão. O conserto dos materiais, demanda em média, R$ 850 por ônibus para a empresa CS Brasil, uma das responsáveis pelas linhas do transporte coletivo do município, conforme informado à reportagem. Atualmente, a frota da CS na cidade é de 143 ônibus. Desses, quatro são alvos de vandalismo por mês, o que prejudica a viagem dos demais passageiros.
De acordo com a empresa, os atos de vandalismo ocorrem de forma velada, ou seja, sem que os passageiros, motorista ou cobrador percebam. Apenas quando o veículo é recolhido à garagem no final do dia é que ficam constatadas as ações. Não só pichações ou assentos cortados, mas o apedrejamento também é uma das formas que os vândalos encontram para destruir o transporte. Nesses casos, a empresa retira o coletivo de operação e registra um boletim de ocorrência.
Dentre assentos, lixeiras, portas e janelas, "os assentos e os vidros estão entre os itens que mais são vandalizados", segundo a empresa. Mesmo com as câmeras de segurança, há casos que não são identificados. "Geralmente os ônibus são apedrejados ou os assentos sofrem cortes em locais de difícil visualização pelas câmeras". Para a CS Brasil, uma solução seria uma campanha de conscientização da população para minimizar o problema. (L.P.)