A manutenção da futura Maternidade Municipal de Mogi das Cruzes ainda está em discussão pela administração municipal. No entanto, o desejo do Executivo é de que o governo do Estado de São Paulo ofereça apoio e seja um dos mantenedores da unidade, conforme informado à reportagem pela Secretaria de Saúde.
A licitação para a construção do prédio foi aberta na sexta-feira passada e ainda não há previsão de quanto será a contrapartida do município, nem quanto será o gasto mensal da maternidade.
Ainda na semana passada, o prefeito Marcus Melo (PSDB) e o secretário de Saúde, Francisco Bezerra, protocolaram um ofício junto à Secretaria de Estado da Saúde. Na ocasião, foi solicitado apoio do governo estadual para a construção do espaço, avaliado em pouco mais de R$ 50 milhões. "A proposta da administração municipal é que a Maternidade seja construída e mantida com apoio do governo estadual, nos mesmos moldes do Hospital Municipal", explicou a prefeitura, em nota.
Deputados
Uma das formas de apoio à construção da maternidade é com investimentos provenientes de emendas dos deputados federais. A região conta com três representantes em Brasília - Marco Bertaiolli (PSD); Roberto de Lucena (Podemos) e Katia Sastre (PR). A reportagem questionou os parlamentares de que forma podem ajudar com a construção do espaço. Para Bertaiolli, ex-prefeito de Mogi por dois mandatos e hoje representante no Cogresso Nacional, a saúde é prioridade. "Criaremos uma rede integrada para ampliar os serviços. Nosso gabinete está sempre de portas abertas para Mogi das Cruzes. Vamos continuar trabalhando para oferecer tudo o que a cidade precisar", disse.
Já Lucena destacou que, caso emendas sejam reivindicadas pela administração municipal, ele dará apoio. "Se a demanda sair da prefeitura teremos muita satisfação em apoiar, junto ao governo Federal e ao governo estadual".
A deputada federal Katia Sastre não retornou o contato da reportagem até o fechamento desta edição.