Em relação às reclamações sobre a operação do sistema de transportes públicos, a Prefeitura de Mogi das Cruzes se posicionou justificando que a Secretaria Municipal de Transportes realiza a fiscalização constante do serviço prestado pelas empresas. Este trabalho é desenvolvido por funcionários que atuam nos terminais e pelo sistema de GPS presente em todos os ônibus.
"Além disso, também são verificadas, no decorrer da operação, questões sobre as condições dos veículos como, por exemplo, o funcionamento dos elevadores utilizados para o embarque e desembarque de pessoas com deficiência. Sempre que detectadas irregularidades sobre a operação do sistema (cumprimento de horários, perdas de partidas, etc) ou condições dos veículos, as empresas são notificadas e, quando necessário, autuadas", continuou, em nota.
A pasta ainda ressaltou que a isenção do ISS, em vigor no município desde 2013, representa uma diminuição no valor geral do cálculo da tarifa, uma vez que o valor que seria pago do imposto não entra nos custos das empresas. Assim, caso o ISS fosse cobrado, a tarifa automaticamente teria um acréscimo de 4% a 5%. O cálculo do valor da tarifa é feito levando-se em conta a variação do custo do sistema, que tem, entre outros fatores, os preços dos combustíveis, peças, insumos e salários, que sofrem alteração em seus valores de acordo com o tempo.
O Executivo informou também que vem adotando uma série de ações em busca da melhoria do serviço de transporte coletivo na cidade, como a aquisição de 40 novos ônibus, implantação de faixas preferenciais, instalação de cem abrigos em pontos de ônibus e a reforma dos terminais.