A proposta que sugere permitir a divulgação de promoções de produtos e adesivos de patrocinadores nas vitrines do comércio de Mogi das Cruzes está enfrentando um impasse. Um documento que seria apresentado anteontem pela Comissão Especial de Vereadores (CEV) da Lei Mogi Mais Viva ao prefeito Marcus Melo (PSDB), para regulamentar a situação ainda não foi assinado. De acordo com o vereador José Francimário Vieira de Macedo (PR), o Farofa, não é possível fazer apenas uma adequação na lei, sendo preciso, uma alteração no projeto. A informação foi passada ontem à reportagem durante sessão na câmara.
Na semana que vem a comissão deve se reunir novamente com o prefeito para decidir o que será feito, já que a expectativa é de que a situação se resolva para que os comércios possam divulgar as promoções de fim de ano nas vitrines. Apesar disso, Farofa adiantou que a proposta será atendida. A Lei Mogi Mais Viva regulamenta a maneira legal de se utilizar publicidade nas ruas e lojas e está vigente desde 2009.
Ainda durante a sessão, o vereador Iduigues Martins (PT) questionou a atuação de um funcionário da prefeitura. De acordo com o parlamentar, em uma área na rua Profeta Jonas, no bairro Vila Pomar, onde há uma ocupação, flagrou o funcionário destruindo um barraco. "É um conjunto de umas 30 casas, eu vi e o funcionário estava demolindo um barraco. Procurei o coordenador de Habitação e ele ficou de me dar uma resposta, mas até agora nada", disse. O vereador Carlos Evaristo da Silva (PSD), presidente da Comissão Permanente de Direitos Humanos, propôs convocar o coordenador para uma explicação. No entanto, para alguns vereadores, como Mauro Araújo (MDB), as famílias que estão no local são cadastradas pela prefeitura e novos invasores estão se instalando na área. (L.P.)