Proprietários de postos de combustíveis de Mogi das Cruzes devem participar, na terça-feira da semana que vem, de uma reunião com os vereadores da cidade para discutir sobre a lei de zoneamento. Atualmente, a ordem construção de postos de combustíveis na cidade é de 150 metros de distância de locais com maior aglomeração de pessoas, por trazer diversos riscos, inclusive, a contaminação do solo. No entanto, o grupo quer que essa distância seja diminuída.
"O problema é que, se um posto contamina o solo, há o risco de explosão. Por isso, não tem como construir um posto de combustível próximo ao comércio, edificações com mais de dois pavimentos, igreja e supermercados", opinou o vereador Otto Rezende (PSD).
No dia 23 de outubro deste ano, uma audiência pública na Câmara de Suzano para discutir a a metragem permitida para construção de postos de combustível, não agradou engenheiros e arquitetos. Na ocasião, a tentativa era em diminuir o espaço do zoneamento, de 150 metros de distância de asilos, escolas e quartéis, para um raio de 50 metros.
Estrutura
O Pró-Hiper, na Vila Mogilar, foi alvo de questionamentos na sessão de ontem. De acordo com o vereador Mauro Araújo (MDB), alunos não conseguem fazer as aulas de judô por conta da péssima condição dos banheiros. "Não existe o menor cabimento. Fui procurado por um grupo de pais e alunos que faz aula de judô. Temos que pedir ao prefeito Marcus Melo (PSDB) mais atenção ao local", disse.
O vereador Protássio Nogueira (PSD) ressaltou que há quatro meses esteve no Pró-Hiper para verificar as mesmas reclamações. "É uma brincadeira, me espanta muito não ter sido resolvido até hoje", contou. (L.P.)