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A taxa de mortalidade infantil por mil nascidos vivos em Poá cresceu 23% nos últimos 17 anos, sendo a única cidade da região que apresentou aumento. Em 2000, a taxa foi de 13,71 óbitos, e em 2017, 16,92, de acordo com dados da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Por outro lado, Salesópolis apresentou a maior queda nos últimos anos, já que em 2000, registrou 17,65, e em 2017, 4,95, ou seja, a mortalidade infantil caiu 71% no município.
No período, Poá apresentou em 2006 a taxa de 21,16. O ano em que obteve o menor número foi em 2010, com 9,83. Já Salesópolis, chegou a registrar em 2014, 32,09 óbitos, tendo a maior queda em 2004, com 3,62. De acordo com a Seade, no Estado de São Paulo, foram registrados 6.569 óbitos de crianças menores de um ano, em 2017, o que resultou na taxa de mortalidade infantil de 10,74 óbitos por mil nascidos vivos. Atualmente, segundo a fundação, as causas perinatais e as malformações congênitas representam quase a totalidade dos óbitos neonatais precoces, com 78% e 21% respectivamente. As malformações congênitas também são as causas de óbito pós-neonatal, com 26%, as causas perinatais, 14%, do aparelho respiratório, 11% e das infecciosas e parasitárias, 10%.
Em 2017, a taxa de mortalidade infantil em Arujá apresentou um número significativo, com 15,91. Entretanto, no ano de 2000, foi registrado 22,61, ou seja, houve uma queda de 29%. No entanto, a menor taxa da cidade foi em 2015, com 6,84. Itaquaquecetuba revelou em 2017, a taxa de óbitos de 12,84 por mil nascidos vivos, entretanto, caiu em 42% se comparado com o número registrado em 2000, 22,51.
As taxas registradas em Mogi das Cruzes e Suzano no ano de 2017 são próximas, sendo 10,24 e 10,21 respectivamente. Em 2000, Mogi obteve o número de 22,03 e Suzano, 23,75. Isso mostrou uma queda de 53% e 27% em cada cidade.
Em 17 anos, Guararema apresentou queda de 95% na taxa. No ano de 2000, a cidade registrou 25,64 e em 2017, 12,2. Entretanto, a maior taxa registrada foi em 2006, com 28,28, e a menor, em 2014, com 4,64. A queda em Ferraz de Vasconcelos no período foi de 44%, sendo em 2000 a taxa de 21,41 e ano passado, de 11,95. A menor queda já registrada foi em 2015, quando a taxa chegou em 9,81.
A queda em Biritiba Mirim foi de 70% durante o período. Em 2000, a cidade registrou 32,32, já ano passado, 9,64. Apesar disso, a maior queda foi em 2016, quando a taxa chegou em 2,45. De acordo com a Fundação Seade, dos 645 municípios do estado, 182 não registraram óbitos infantis e 273 tiveram taxas superiores. Apenas 163 municípios tiveram taxas com apenas um dígito, ou seja, inferiores a 10 óbitos por mil nascidos vivos. Isso ocorreu em Biritiba, Salesópolis e em Santa Isabel - que de 21,58 passou para 9,79.
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