A dificuldade em dar entrada no registro profissional junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) acontece com turmas que se formaram nos cursos técnicos em Segurança do Trabalho e Enfermagem desde 2016, segundo o relações institucionais da Brazcubas Educação, professor José Maria Silva Júnior.
Nesta semana, a diretoria da instituição vai a Brasília para entregar em mãos na Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), vinculada ao Ministério da Educação (MEC), uma relação com os nomes de todos os alunos que se formaram desde 2016 até dos que vão se formar no final deste ano, a fim de conseguir o registro de cada um deles. A informação foi passada pelo próprio professor durante entrevista à reportagem na quinta-feira passada.
Desde 2016, a instituição conversa com o MEC para conseguir respostas e resolver a situação, para que os alunos sejam cadastrados. Atualmente, a proposta da Brazcubas é convalidar os diplomas dos alunos em duas frentes, além do MEC, pela Diretoria Regional de Ensino (DE) de Mogi das Cruzes, já que obteve em 2017 aval do Conselho Estadul de Educação, ou seja, os cursos são reconhecidos também pela Secretaria Estadual de Educação.
De acordo com o relações institucionais, toda a documentação e as relações com os nomes de todos os estudantes que concluíram os cursos foram enviados à diretoria, que informou que "está à disposição dos alunos para orientá-los e dar o suporte necessário para que a situação seja solucionada".
Há seis dias, a reportagem tenta contato com o Ministério da Educação, que não respondeu aos questionamentos até o fechamento desta reportagem. (L.P.)