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A Prefeitura de Mogi das Cruzes iniciou as obras de esgotamento sanitário no Botujuru. Os serviços avançam em quatro frentes de escavações para implantação das redes de coleta em todo bairro. O investimento será de R$ 26 milhões e incluirá parte de Cezar de Souza, num total de 45 quilômetros de redes de esgoto e quatro estações de bombeamento, além de sistemas complementares (redes e coletores) que somam mais 16 quilômetros. A obra atenderá 35 mil pessoas (15 mil no Botujuru e 20 mil em Cezar) e, com ela, mais de 140 mil litros de esgoto deixarão de ser lançados por hora no Tietê.
O diretor-geral adjunto do Serviço Municipal de Águas e Esgotos (Semae), Dirceu Lorena de Meira, vistoriou as obras e aprovou o andamento dos trabalhos. "A meta é finalizar os serviços até o final deste ano", diz o diretor.
O Botujuru é o último grande loteamento de Mogi das Cruzes que não contava com esgotamento sanitário. Ao final dos serviços, o bairro terá 100% de coleta e tratamento, com uma significativa melhoria da qualidade de vida da população.
O Botujuru receberá 45 quilômetros de redes de esgoto, três estações de bombeamento, 2.760 ligações prediais, 3.500 novas ligações prediais após o término da obra, quatro quilômetros de linhas de recalque e 4,5 quilômetros de coletores-tronco. Já no distrito de Cezar de Souza haverá a construção de uma estação de bombeamento, 1,5 quilômetro de linhas de recalque e 7,5 quilômetros de coletores-tronco.
Inicialmente, as obras seriam custeadas com recursos do Semae, num total de R$ 18,8 milhões, mas a Prefeitura conseguiu aprovação de projeto no Ministério das Cidades. Com isso, o dinheiro foi investido na renovação da frota e a modernização de sistemas internos da autarquia.
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