Compartilhe
Na manhã de ontem, dezenas de professores se reuniram em um protesto em frente a Câmara de Ferraz de Vasconcelos para reivindicar a agilidade na votação de uma lei complementar que permite a redução na jornada dos educadores da rede municipal de ensino, além da regulamentação do plano de carreira. No entanto, a votação foi adiada para o ano que vem, o que causou a revolta dos profissionais.
A lei complementar foi protocolada pela prefeitura na última terça-feira, segundo informações da secretária municipal de Educação Valéria Eloy da Silva Kovac, porém, o Legislativo ferrazense não colocará a propositura para ser votada neste mês. "Fizemos uma alteração para a diminuição de jornada dos professores. Atualmente, a nossa lei não permite a diminuição de jornada", explicou a secretária.
A chefe da pasta disse que os professores ficaram indignados com o fato de o projeto só ser votado em 2016. "A Câmara alegou que não daria tempo de votar este ano e os professores se sentiram prejudicados", contou. "Eles precisam ter as aulas atribuídas para que possam dar aulas em unidades de outros municípios. Assim eles conseguem se programar".
Cidades
Prefeitura de Guararema incentiva destinação do IR a fundos municipais
Cidades
Itaquá abre inscrições para o Encontro de Tapetes de Corpus Christi 2026
Cidades
'Saúde Itinerante' expande atuação e chega à Quinta Divisão neste sábado
Cidades
Prefeito Saulo Souza garante reajuste salarial de 5% para servidores