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O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Paulo Moura Ribeiro, defendeu a conciliação como meio de desafogar a Justiça e acelerar a tramitação dos processos. De acordo com o ministro, o Novo Código de Processo Civil (CPC) ampliará a possibilidade de conciliação e acordos tanto para questões de família quanto para a área de patrimônio. Os casos devem passar primeiramente pelo processo de conciliação antes de seguir para a Justiça. As informações foram divulgadas por Ribeiro durante o evento Grandes Mestres, promovido ontem em Mogi das Cruzes, pela Universidade de Braz Cubas (UBC).
Ribeiro afirmou durante palestras que muitos casos que estão tramitando na Justiça poderiam ter sido resolvidos entre as partes por meio do diálogo. Ele revelou dados que mostram que a maior parte dos brasileiros consideram a Justiça lenta. "De acordo com informações do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) a cada dois brasileiros, um tem um processo na Justiça. Sabemos que a cada 5 segundos, uma nova demanda é ajuizada", ressaltou.
Para o ministro, o novo CPC, que passa a vigorar em março de 2016, vai abrir novos caminhos para ampliar a política da conciliação. "O caminho está aberto, ou seja, novos métodos para soluções de conflitos. Não precisamos apenas do judiciário para resolver uma pendência. As pessoas entre si, seguramente, darão uma melhor solução do que a sentença judicial. Esse é o novo caminho que precisamos trilhar por meio desses novos métodos de soluções de conflitos que estão sendo pregados pelo nosso novo de código. A resolução 125 do CNJ já propagava a necessidade dessas novas soluções", avaliou (L.N).
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