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O bispo diocesano Dom Pedro Luiz Stringhini avalia de forma positiva a reforma na lei de anulação do casamento na Igreja Católica. O documento, conhecido como Motu Propio ('de sua própria iniciativa', em latim) foi redigido pelo Papa Francisco, com o intuito de simplificar o processo e dar a ele mais celeridade.
"Todos nós vemos isso com bons olhos. Isso demonstra que o papa está querendo facilitar a vida dos casais que têm este tipo de problema. Sem dúvida é uma boa notícia", avalia.
Com a reforma proposta pelo pontífice, não será mais necessário a realização de dois julgamentos para que o casamento seja considerado nulo, como ocorre atualmente. Desta forma, a anulação do matrimônio poderá ser concedida pelo próprio bispo da diocese, o que deve encurtar o prazo de decisão. Além disso, o recurso ao tribunal da sede apostólica romana continuará existindo, mas somente para casos excepcionais.
Outra alteração refere-se à decisão de tornar o procedimento gratuito para todos os casais. Estes, por sua vez, deverão arcar apenas com as despesas administrativas. Antes da reforma, a solicitação de anulação possuía um custo bastante elevado.
No documento, o papa destaca ainda que para a Igreja o casamento "permanece uma união indissolúvel" e tais mudanças propostas pelo Motu Propio "não objetivam o encerramento do mesmo, mas sim simplificam e aceleram o processo".
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