O presidente da Fifa, Gianni Infantino, defendeu os preços dos ingressos para a Copa do Mundo do ano que vem nos Estados Unidos, Canadá e México citando a grande demanda por eles e a receita gerada para o esporte em todo o mundo. Este mês, grupos de torcedores criticaram o valor dos ingressos, que são várias vezes mais caros do que os de jogos semelhantes no torneio de 2022. A Fifa lançou então um nível de ingressos de US$60 (R$ 334) para tornar os jogos mais acessíveis para os torcedores de equipes qualificadas. "Temos seis a sete milhões de ingressos à venda... em 15 dias, recebemos 150 milhões de pedidos de ingressos. Portanto, 10 milhões de pedidos de ingressos todos os dias. Isso mostra como a Copa do Mundo é poderosa", disse Infantino na segunda-feira (29) na Cúpula Mundial de Esportes em Dubai. Durante Cúpula Mundial de Esportes em Dubai Emirados Árabes Unidos), Gianni Infantino defendeu os preços cobrados para o Mundial citando a grande demanda por eles e a receita gerada para o esporte em todo o mundo - Reuters/Dan Mullan/proibida reprodução "Nos quase 100 anos de história da Copa do Mundo, a Fifa vendeu 44 milhões de ingressos no total. Então, em duas semanas... poderíamos ter preenchido 300 anos de Copas do Mundo. Imagine isso. Isso é absolutamente louco." Os torcedores dos EUA fizeram o maior número de pedidos de ingressos, seguidos por Alemanha e Reino Unido, afirmou o presidente da Fifa. "O que é crucial é que as receitas geradas por isso estão voltando para o esporte em todo o mundo", acrescentou. Dubai sediará a cerimônia de entrega do Prêmio Fifa Best da entidade máxima do futebol mundial no próximo ano. * É proibida a reprodução deste conteúdo. Relacionadas Grupo de torcedores acusa Fifa de impor ingressos "extorsivos" na Copa Caminhos da Reportagem celebra centenário da Corrida de São Silvestre Retrospectiva: Corinthians segue imponente no futebol feminino em 2025