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Débora Lamm tem familiaridade com o formato do novo "Zorra". Depois de ter participado de programas como "Junto & Misturado" e "Cilada", viver diversos personagens em uma mesma produção é, para ela, uma ótima oportunidade de exercitar seus dotes de atriz. "É um formato contemporâneo e fala sobre questões da atualidade. Nesse ano reinventamos esse programa e o sucesso dessa mudança veio para sinalizar que esse tipo de humor é o moderno", relata.
Mesmo defendendo que a mudança de formato do humorístico era necessária, Débora não vê o humor que utiliza bordão como algo ultrapassado. No entanto, a atriz acredita que o antigo "Zorra Total" se esgotou por ter permanecido por muito tempo no ar e que deveria ser renovado.
Ao mesmo tempo em que está no ar no "Zorra", Débora também permanece em cartaz no teatro. A jornada dupla de trabalho, inclusive, a ajuda a transitar por gêneros diferentes da comédia. "Como a televisão me reconheceu como uma comediante, acabo utilizando o teatro para poder passar pelas outras áreas em que vou bem também e que acho necessário", enfatiza.
A atriz está no teatro com a peça "El Pánico", de Rafael Spregelburd, que retrata uma crise da Argentina e é toda encenada em "portunhol". Ela vive três personagens: uma bailarina, uma gerente de banco e uma psicanalista. Em fevereiro, ela fará uma tragédia, dirigida por Vera Holtz e Guilherme Leme, que é baseada em "Tristão e Isolda". ("Zorra", Globo. Sábado, às 22h25). (T.P.)
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