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Vitor Hugo é um homem de muitas palavras. Para falar do atual trabalho em "Os Dez Mandamentos", o ator tece várias reflexões sobre seu papel controverso, o hebreu Corá. Segue a defendê-lo, ao afirmar que não o enxerga como um vilão, mas como um sobrevivente. "Tento trazer uma leitura de que meu personagem caminha por esse sistema tirano preservando a si mesmo e aos seus. Não querer se submeter a esse sofrimento não é mau-caratismo", opina.
Na trama de Vívian de Oliveira, Corá é o chefe dos escravos que mantém um jogo duplo, no qual favorece ora os egípcios, ora os hebreus, para que sempre saia ganhando. "Achei que teria uma participação menor porque, pela referência que tinha da Bíblia, o personagem só apareceria após a abertura do Mar Vermelho. Mas a autora trouxe Corá antes, apresentando esse caráter dúbio e criando uma expectativa", admite. "Ele é uma figura controversa por tentar se favorecer".
Formado em Filosofia, Vitor já tentou concluir uma pós-graduação em Arte e Filosofia e outra em Filosofia Antiga. Mas, por conta do volume de trabalho, acaba sempre adiando os planos. "Quando estou dentro da faculdade, aparece um trabalho e tenho de interromper, mas não paro de estudar", confessa. ("Os Dez Mandamentos", Record. De segunda a sexta-feira, às 20h30).
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