O novo ano chegou e todos os brasileiros estão “cheios de expectativas”. O ano que se finda foi difícil para todos, principalmente com “massa” de desempregados e a paralisação da construção civil. Esta faltando mão de obra em todos os setores! Os valores da bolsa famílias para milhões de pessoas e o auxilio reclusão para famílias dos presidiários levam as pessoas a pensar: porque vou trabalhar se estou recebendo valores do governo! Há estagnação em várias empresas. É vergonhoso que o nosso país está submetido com tantos escândalos. Mas, ainda assim devemos manter otimismo, tudo passará um dia.
A população está envelhecendo. Quem tem um grau elevado de consciência deve analisar que o Brasil é um país rico em recursos, mas a maioria do povo sem cultura, pobre e oportunista. O que fazer diante de tantos insucessos? “As instituições dão sinais de perda da capacidade de garantir estabilidade e a continuidade democrática”. (Boletim da AASP). Muitas mudanças são necessárias, mas quem está no poder, está com medo de perder o que conquistou e não admite reformas. Este país maravilhoso não pode continuar assim: excessiva carga tributária, burocratização, malandragem, corrupção e sede de poder, com políticos buscando o poder a qualquer custo.
Os três poderes da nação estão apodrecidos. Logicamente ressalte-se que ainda restam poucos honestos no Executivo, Legislativo e Judiciário. O que desejamos para os nossos filhos, netos e bisnetos? Os cidadãos de “bem” não querem isso e almejam profundas reformas na legislação brasileira, nas administrações das três esferas de poder e mudanças na ética, na moral e nos comportamentos “sujos” dos donos de muitas instituições. Os presidiários deveriam ser colocados em fazendas públicas para trabalhar e produzirem os seus próprios alimentos e eliminar definitivamente os indultos.
A carga tributária de mais de 80 tributos pressionam os cidadãos para que sustentem o Estado corrupto. Brasileiros somente trabalham para sustentar governos, presidiários, bolsa família e desvio de recursos que são enviados para outros países. Os aposentados sofrem, pois, presidiários e os beneficiários de bolsa família recebem percentual maior de reajuste do que recebem os aposentados e pensionistas. O que fazer? Ficar de braços cruzados ou iniciar movimentos e pressionar os poderes para criar uma nova nação!
Olavo Arruda Câmara é advogado, Professor, Mestre e Doutor em Direito e Política.