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Os bancários em greve e a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) voltaram a se reunir ontem para mais uma rodada de negociação, no final da tarde, na capital paulista. Essa foi a 11ª vez que os patrões e os grevistas se reuniram para tentar chegar a um acordo.
A greve dos bancários completa hoje 31 dias e ultrapassa o período mais longo de paralisação nacional ocorrida em 2004, segundo o Sindicado dos Bancários de São Paulo, quando houve a primeira campanha nacional unificada entre funcionários de bancos públicos e privados. A segunda greve mais longa da categoria foi em 2013, totalizando 24 dias.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 14,78%, sendo 5% de aumento real, considerando inflação de 9,31%; participação nos lucros e resultados (PLR) de três salários acrescidos de R$ 8.317,90; piso no valor do salário-mínimo do Dieese (R$ 3.940,24), e vales alimentação, refeição, e auxílio-creche no valor do salário-mínimo nacional (R$ 880). Também é pedido décimo-quarto salário, fim das metas abusivas e do assédio moral.
A proposta mais recente da Federação Nacional de Bancos (Fenaban) foi no dia 28 de setembro, quando foi apresentado reajuste de 7% e um abono de R$ 3,5 mil, com aumento real de 0,5% para 2017. A proposta mais recente da Federação Nacional de Bancos (Fenaban) foi no dia 28 de setembro, quando foi apresentado reajuste de 7% e um abono de R$ 3,5 mil, com aumento real de 0,5% para 2017. A proposta mais recente da Fenaban foi apresentada ontem, quando aceitaram dar um reajuste de 8% e um abono de R$ 3,5 mil, com aumento real de 1% para 2017. Os bancários ainda não aceitaram.
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