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Um número recorde de países, incluindo os Estados Unidos e a China, os maiores poluidores do mundo, assinaram anteontem, na sede das Nações Unidas (ONU) em Nova York, o acordo histórico que visa diminuir o aquecimento do planeta, negociado em dezembro passado na capital francesa, na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP21), conhecido como Acordo de Paris.
De forma simbólica, o presidente francês, François Hollande, foi o primeiro a assinar o documento, entre mais de 171 países representados. "Nunca antes tantos países tinham assinado um acordo internacional num único dia", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, saudando um "momento histórico".
A China e os Estados Unidos foram representados, respectivamente, pelo vice-primeiro-ministro Zhang Gaoli e o secretário de Estado John Kerry.
Os países signatários representam mais de 93% das emissões de gases de efeito de estufa, responsáveis pelo aquecimento global e as mudanças climáticas, segundo a organização não governamental World Ressources Institute.
O acordo só entra em vigor quando 55 países responsáveis por pelo menos 55% das emissões o ratificarem.
O número de pelo menos 171 países signatários em um único dia é um recorde. O precedente datava de 1982, quando 119 países assinaram a convenção sobre o direito do mar.
O tratado estipula limitar o aumento da temperatura bem abaixo dos 2ºC em relação ao período pré-industrial e a prosseguir os seus esforços para restringir esta subida a 1,5ºC.
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