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Paraquedas
A presença da deputada federal Iolanda Keiko Ota (PSB), anteontem, em Mogi, causou revolta às organizadoras do ato contra a violência praticada contra as mulheres na cidade em especial à Maria Luiza de Paula, que faleceu na semana passada, após ter tido seu corpo queimado supostamente pelo ex-marido no Rodeio.
Pegando carona
Keiko Ota cumpriu agenda de compromissos durante todo o dia na cidade, mas foi a participação dela no ato que motivou a enxurrada de críticas mais contundentes.
'Não me representa'
A professora Vânia Pereira da Silva, coordenadora da sub-sede do Sindicato dos Professores da Rede Oficial de Ensino (Apeoesp), afirmou que a parlamentar não representa, de maneira alguma, o movimento, tanto que o nome dela nem está na carta que será protocolada pela organização do ato pedindo providências e o fim da impunidade.
Destaque
A vereadora Odete Sousa (PR) e o vereador Iduigues Martins (PT) estão à frente do ato, que contou ainda com representantes da OAB local e estudantes. Na capa do Mogi News de ontem, Keiko Ota apareceu recebendo uma rosa durante o ato oferecida a algumas mulheres pelo juiz Bruno Machado Miano.
Movimentos Sociais
Nada menos que oito movimentos sociais organizaram o ato: Coletivo Impacto Feminista; Movimento Mulheres em Luta; Casarão da Mariquinha; Apeoesp; As Lavadeiras; Fórum LGBT Mogiano; Afuse e Coletivo Suburbaque Maracatu; além dos gabinetes dos vereadores Iduigues e Odete.
Pedrada
O advogado e presidente do Diretório Municipal do PT de Mogi, Rodrigo Valverde, levou uma pedrada na nuca durante conversa com pais de alunos e estudantes que ocuparam a primeira escola da cidade no Botujuru. Ele estava no portão do lado de fora, mas o autor da agressão não foi identificado: "Estava lá explicando aos pais e alunos quais eram os seus direitos". Sobre a declaração da dirigente de ensino, Rosânia Morales, de que o movimento era político, Valverde diz que o governo estadual já tentou de tudo: jogar a PM contra os estudantes, os estudantes contra eles mesmos e agora tenta politizar o movimento, mas não reconhece e volta atrás contra o erro, que é a reorganização escolar.
Audiências públicas
A Secretaria de Planejamento e o Conselho Municipal da cidade convocaram a população de Mogi para mais duas audiências públicas para apresentar os anteprojetos das leis municipais do ordenamento do uso e ocupação do solo, parcelamento do solo e outorga onerosa do direito de construir.
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