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Ao anunciar em entrevista coletiva ontem que a campanha contra o aumento de impostos "Não Vou Pagar o Pato" superou um milhão de assinaturas de pessoas que apoiam a iniciativa, o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, afirmou que a adesão da sociedade mostra que ela não aguenta mais. "Não quer dar mais mesada para o Governo. Sabe que não adianta pôr mais recursos num tanque cheio de buracos."
Skaf relatou a ótima acolhida à campanha, representada por um pato inflável gigante, que já esteve na frente do Congresso Nacional, em Brasília, e outras cidades..
Segundo Skaf, a Fiesp - assim como as centenas de entidades do Brasil todo que apoiam a campanha do pato - se manterá "radicalmente contra" a CPMF, o imposto do cheque, em 2016 O orçamento do Governo Federal para o ano que vem prevê receitas originadas na CPMF. Em vez de querer mais impostos, o Governo deveria acertar suas contas, "como uma dona de casa faz", afirmou Skaf. Antes de eliminar o desperdício e a ineficiência, analisou.
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