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Quase 80 mil turistas russos encontram-se no Egito, mas não há qualquer plano de evacuação de emergência, informou a porta-voz da União da Indústria de Turismo da Rússia, Irina Tyurina, após uma reunião governamental. A Rússia suspendeu os voos para o Egito anteontem, em um momento em que aumentam os receios sobre um eventual atentado contra o avião que caiu na semana passada.
Entretanto, o ministro dos Negócios Estrangeiro egípcio, Sameh Shoukry, já disse hoje que não afasta possíveis cenários para a queda do avião, mas destacou que a investigação ainda não produziu "uma hipótese" sobre o desastre com o avião da companhia russa Metrojet, que causou 224 mortes no dia 31 de outubro.
Em conferência de imprensa, o ministro egípcio acrescentou que as informações que têm levado os países a implementar restrições de voo para o Egito "não foram fornecidas até agora aos serviços de segurança egípcios".
Cooperação
Os chefes de Estado egípcio e russo, porém, concordaram em fortalecer a cooperação bilateral em segurança aérea para restabelecer os voos da Rússia para o Egito o mais rapidamente possível, depois da suspensão dos voos, informou comunicado da Presidência egípcia.
Segundo o comunicado, os presidentes russo, Vladimir Putin, e egípcio, Abdel Fattah al Sissi, concordaram em "fortalecer a cooperação bilateral entre as agências de ambos os países para garantir a segurança dos turistas russos e reforçar as medidas de segurança nos aviões".
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