Com uma taxa de renovação próxima do que foi obtido nas eleições passadas (38%), a Câmara de São Paulo terá dois vereadores trans na próxima legislatura, dois mandatos coletivos e a manutenção de antigos caciques. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou o nome dos 55 eleitos na manhã de ontem. PT e PSDB perderam vagas, mas continuam sendo as maiores bancadas (com oito vereadores cada). O PSOL, partido do candidato Guilherme Boulos, foi o que mais cresceu, partindo dos dois assentos atuais para seis vereadores eleitos.
Auxiliares do prefeito Bruno Covas (PSDB), que tenta a reeleição, já avaliavam um crescimento da bancada do PSOL por causa da campanha do adversário da legenda.
Os campeões de votos, mais uma vez, foram Eduardo Suplicy (PT), pela terceira vez o mais votado do País, e Milton Leite (DEM), aliado do prefeito Bruno Covas que teve a campanha para vereador mais cara do Brasil neste ano.(E.C)