O Meu Bom Dia Especial de Hoje vai para a querida Carol Barboza. Ela é moradora do Parque Santana, em Mogi das Cruzes, e escreveu uma mensagem para mim no Facebook: "Queria te parabenizar pelo seu programa. Eu escuto você todos os dias de manhã". Agradeço a Carol pelo carinho da audiência, porque quando fico sabendo que uma menina linda, de 22 anos, me acompanha e curte o "Radar Noticioso", tenho certeza de que estou no caminho certo no meu trabalho. Batalhadora, ela trabalha em uma construtora civil da cidade. Aproveito a mensagem de hoje para desejar muito sucesso em sua trajetória, Carol!
A dificuldade de agradar a todos
Muitas pessoas se comportam da forma que imaginam que agradará a todos. Esta metáfora nos fala da impossibilidade de realizar este objetivo e sobre a necessidade de confiarmos em nosso julgamento interno.
Em pleno calor do dia, um pai andava pelas poeirentas ruas de Keshan junto com seu filho e um jumento. O pai estava sentado no animal, enquanto o filho o conduzia, puxando a montaria com uma corda.
"Pobre criança!", exclamou um passante, "suas perninhas curtas precisam esforçar-se para não ficar para trás do jumento. Como pode aquele homem ficar ali sentado tão calmamente sobre a montaria, ao ver que o menino está virando um farrapo de tanto correr".
O pai tomou a sério esta observação, desmontou do jumento na esquina seguinte e colocou o rapaz sobre a sela. Porém, não passou muito tempo até que outro passante erguesse a voz para dizer:
"Que desgraça! O pequeno fedelho lá vai sentado como um sultão, enquanto seu velho pai corre ao lado".
Esse comentário muito magoou o rapaz, e ele pediu ao pai que montasse também no burro, às suas costas.
"Já se viu coisa como essa?", resmungou uma mulher usando véu. "Tamanha crueldade para com os animais! O lombo do pobre jumento está vergado, e aquele velho que para nada serve e seu filho abancaram-se como seu o animal fosse um divã. Pobre criatura!". Os dois alvos dessa amarga crítica entreolharam-se e, sem dizer palavra, desmontaram. 
Entretanto, mal tinham andado alguns passos quando outro estranho fez troça deles ao dizer: "Graças a Deus que eu não sou tão bobo assim! Por que vocês dois conduzem esse jumento se ele não lhes presta serviço algum, se ele nem mesmo serve de montaria para um de vocês?"
 O pai colocou um punhado de palha na boca do jumento e pôs a mão sobre o ombro do filho. "Independente do que fazemos", disse, "sempre há alguém que discorda de nossa ação. Acho que nós mesmos precisamos determinar o que é correto".
E nunca nos esquecermos que temos que aprender com os erros...
Na vida não precisamos acertar sempre, mas aprender com os nossos erros para que a cada dia passemos a errar menos. E é necessário que a cada erro, aprendamos o máximo possível para que esses erros tornem-se experiências aproveitáveis, das quais precisaremos no futuro, para não repeti-los.
Mesmo sabendo que muitas dessas experiências machucam, nos trazem lembranças que fazem sofrer e que preferimos esquecer. Ainda assim, temos que ter consciência que devemos aproveitá-las para a cada dia errarmos menos e acertarmos mais. Porque a vida é assim, cheia de surpresa e precisamos aprender a conviver com ela, caso contrário, não conseguiremos ser alguém.
E certamente não estamos aqui por acaso, sem razão, à toa, sem um objetivo a conquistar. Estamos em busca de um espaço para deixarmos de ser mais um neste mundo.
Precisamos ter em mente algo muito importante para todos: devemos ser sempre nós mesmos, respeitando ao nosso próximo como a si próprio.