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Mogi das Cruzes registrou 417 ocorrências policiais em fevereiro, o que corresponde a 14,3 casos por dia. Os dados do Informativo Criminal (Infocrim) têm como base os boletins de ocorrências, registrados no 1º e 2º Distritos Policiais do município, para furto, furto de veículo, roubo, roubo de veículo, roubo de carga, homicídio e estupro.
Segundo o levantamento, 39,9% dos casos, ou seja, 166 deles ocorreram em Jundiapeba (74), centro (69) e Brás Cubas (23). Sendo que os dois primeiros bairros aparecem também no ranking de locais com maior incidência de três modalidades criminais: furto, roubo e furto de veículos.
Quase metade (49,6%) do número de boletins de ocorrência registrados ao longo do mês passado refere-se a furtos, sendo 207 ao todo. Deste total, 42 ocorreram na região central de Mogi, 39 em Jundiapeba e 16 em Brás Cubas. Na sequência a maior incidência é de roubos (21,1%) com 88 casos, dos quais 17 foram consumados em Jundiapeba, e 17 na área central.
Já a terceira posição é ocupada por furtos de veículos (20,8%). Para esta modalidade foram efetuadas 87 queixas, e o centro aparece no topo do ranking com 14 incidentes contabilizados, um a menos que o registrado em Jundiapeba (13). No Mogilar foram seis casos.
Os roubos de veículos, por sua vez, totalizaram 24 notificações em todo o município, o que representa 11% do montante geral. Este tipo de crime ocorreu em 22 bairros distintos da cidade. No entanto, Jundiapeba foi o único a ter mais de um registro, contabilizando três boletins no total.
Em fevereiro também houve cinco ocorrências de estupro, três de homicídio e duas de roubo de carga.
Infocrim
O Sistema de Informações Criminais (Infocrim) foi criado em 1999. Os dados no programa facilitam o trabalho estratégico da Polícia Militar. Isso porque ele permite o cruzamento dos dados dos boletins de ocorrência registrados para a elaboração do mapa da criminalidade. De acordo com o comandante do 17º BPM/M, tenente-coronel Eduardo Rangel, os registros criminais auxiliam no planejamento das ações. "Baseando-se nos boletins de ocorrências que o cidadão registra após ser vítima de determinado crime, nós conseguimos extrair algumas informações, como local, horário e incidência. A partir dessas tendências é possível melhor direcionar o policiamento", disse.
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