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Novamente os mogianos não atingiram a meta de redução do consumo de água prevista pelo Plano de Contingenciamento, que estabelece uma economia de 30% no comparativo do mês vigente com o mesmo período no ao passado. Indo no sentido oposto, Mogi das Cruzes fechou o mês de novembro com um aumento de 0,6% no total de água consumida. Este foi o pior índice registrado desde que o Plano de Contingenciamento de Água foi implantado no município, em fevereiro.
O Semae destacou que alguns fatores devem ser considerados para o fato do município não ter reduzido o consumo de água. Sendo que, entre eles, está o fato de que em novembro de 2014 ocorreram dois rompimentos de adutora, sendo um na rede de água bruta (captação) e outro na de água tratada, o que paralisou o serviço de distribuição. "Somando-se os dois casos, foram de 4 a 5 dias sem o Semae distribuir água, o que resultou num consumo menor por parte da população", justificou.
O segundo fator é a chegada do período mais quente do ano (primavera e verão), que naturalmente eleva o consumo de água", disse.
Por fim, o Semae reforçou o alerta de que "as chuvas recentes não foram suficientes para reestabelecer os padrões de normalidade dos reservatórios no Estado de São Paulo. Ao contrário: estudos apontam que ainda temos níveis muito críticos e, somente com a economia e uso consciente, somando-se a longos períodos de chuva, é que teremos níveis aceitáveis - resultados que só devem ser alcançados daqui a um longo período de tempo", concluiu.
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