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Após o Dat publicar reportagem há dois meses sobre a formação de um aterro clandestino de lixo em uma área pública invadida no Jardim Monte Cristo, em Suzano, nos fundos da Lagoa Azul, o descarte de resíduos no local foi encerrado. Com o fim da atividade, os moradores da favela existente ali afirmam que o terreno agora se tornou depósito de entulho.
Segundo os invasores, caminhões descarregam o material sempre durante a noite. Montanhas de resto de construção são encontradas nas margens da estrada de terra que divide os barracos. "Sempre teve esse problema aqui, mas está piorando muito. A prefeitura até limpa, mas logo depois está tudo sujo outra vez", declarou uma das moradoras, Sabrina Barbosa.
Na área onde era depositado o lixo ainda é possível encontrar um grande volume de resíduos, já que não foi feita qualquer limpeza. Centenas de caixas de leite, sacolas plásticas e embalagens ainda estão no local. Apesar disso, o forte odor já não é mais sentido atualmente.
Água
Além do descarte de entulho, os moradores também cobram maior fornecimento de água. No local foi instalada uma caixa d'água que é abastecida pela Companhia de Saneamento Básico do Estado (Sabesp), mas a quantidade não atende de forma satisfatória as mais de cem famílias na área.
"A água chega na quarta e no dia seguinte acaba. Quando a Sabesp enche a caixa, faz fila de gente. Quando acaba é só água de poço, que a gente tem que ferver para tomar", completou Sabrina. (C.M.)
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