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Somente em 2014, a região importou US$ 1,7 bilhão em produtos e alimentos e importou US$ 993,9 milhões. O volume, apesar de alto, é apenas 4,89% e 2,81%, respectivamente, maior que o registrado em 2010, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A crise financeira enfrentada pelo País, que prejudica diversos setores da economia, pode ser benéfica para as atividades de exportação, segundo o presidente do Grupo Martins, Lourival Martins. "O mercado está muito bom para exportar, porque não existe competitividade interna, não tem liquidez aqui no Brasil", destacou.
Segundo ele, é importante que o empresário que está iniciando neste mercado receba uma assessoria aduaneira. "É necessário que o importador e o exportador conheçam os incentivos tributários brasileiros, porque eles podem compensar a alta do dólar neste momento", completou. Ele afirmou ainda que a indústria têxtil se destaca entre as que mais têm vendido seus produtos para outros países. (C.M.)
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