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O número de mortes por um ataque na noite de domingo em Las Vegas, nos Estados Unidos da América (EUA), subiu para 59 no começo da noite de ontem, segundo autoridades americanas, com mais de 500 pessoas feridas. O episódio ocorreu quando dezenas de milhares de pessoas viam um show em um festival de música country, no pior ataque a tiros da história moderna dos Estados Unidos.
As autoridades informaram que o atirador, Stephen Craig Paddock, de 54 anos, se matou após a ação. A polícia ainda não determinou a motivação do ataque e o FBI descartou que o responsável tenha relação com grupos terroristas internacionais.
Segundo o xerife Joseph Lombardo, Paddock teria feito check-in no Hotel Mandalay Bay Cassino no dia 28 de setembro e foi encontrado morto dentro do quarto, após ter realizado o tiroteio.
O Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos divulgou que não há uma "ameaça específica" envolvendo locais públicos no país após o incidente, considerado o pior ataque a tiros da história moderna dos EUA.
O atirador não tinha ligação com grupos terroristas internacionais, informou o FBI. O anúncio do agente especial da instituição, Aaron Rouse, em coletiva de Imprensa, ocorreu após o grupo Estado Islâmico ter reivindicado a responsabilidade pelo ataque, embora não tenha apresentado evidências.
O grupo extremista alegou que o atirador, Stephen Craig Paddock, era um "soldado" que havia se convertido ao Islamismo há meses. As autoridades ainda devem identificar a motivação do ataque, mas acreditam que o atirador agiu sozinho.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um comunicado ao país após o ataque. "O massacre em Las Vegas foi um ato de pura maldade, em momentos de tragédia e horror, os EUA se unem como um só. Nossa unidade não pode ser abalada pelo mal", declarou o presidente. (Estadão Conteúdo)