Compartilhe
O presidente da República Jair Bolsonaro (PSL) não aguardou os pareceres jurídicos da equipe do ministro Sergio Moro, da Justiça e Segurança Pública, antes de assinar o decreto que ampliou significativamente as permissões para porte de armas e uso de equipamento até então restrito às Forças Armadas. Faltava uma hora para a solenidade no Palácio do Planalto quando a consultoria jurídica do ministério só recebeu o texto elaborado pela Casa Civil. O prazo, segundo pareceres, era insuficiente para realizar uma análise aprofundada.
O decreto teve a sua legalidade questionada por pareceres de técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. No outro lado da Praça dos Três poderes, a ministra Rosa Weber, do Supremo, pediu informações ao governo para poder decidir sobre um pedido do partido Rede Sustentabilidade que quer a anulação do decreto. Juristas, entidades do terceiro setor e partidos políticos de oposição apontam também inconstitucionalidade no decreto.
"Os autos foram remetidos a esta Consultoria, na data de 07/05/2019, às 15 horas", disse a Consultoria Jurídica do Ministério da Justiça. Conforme o presidente Jair Bolsonaro havia anunciado no domingo, 5, a solenidade de assinatura do decreto ocorreu às 16h da terça-feira, 7 - uma hora depois. (E.C.)
Cidades
Mogiana participa da 13ª temporada do MasterChef Brasil
Esportes
Itaquá recebe 4ª etapa do Circuito de Xadrez do Alto Tietê neste sábado (20)
Cidades
Artur Takayama e Josias Mineiro definem homenagem a educadores físicos para setembro
Cidades
Alunos do Pró-Hiper e novos participantes do programa Mogi Longevidade passam por avaliação