O número de desemprego entre os jovens aumentou no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente, a taxa entre pessoas de 17 a 24 anos chega a 40%. Por isso, o Empreendedorismo Juvenil se tornou uma área requisitada e muito procurada.
O jovem tem grande potencial e não à toa coloca a criatividade em primeiro plano. Para se ter ideia, a maior parte das novas empresas brasileiras é criada pela juventude e a tendência é que isso aumente, afinal de contas, quem não quer ser o seu próprio chefe?
Além disso, esta área é uma ótima forma de driblar as dificuldades do "começo" da carreira, visto que muitas vezes não iniciamos no emprego dos sonhos. Porém, com o empreendedorismo conseguimos dar aquele "pontapé inicial" no trabalho que gostamos.
É válido lembrar, também, que empreender não é apenas vender um produto. Vai muito mais além. As responsabilidades social e econômica que um empreendedor pode criar são enormes.
Pense que um empreendedor precisa ter uma ideia de um bom negócio e fazê-lo funcionar. Daí em diante, ele vai precisar administrar, se reinventar, contratar funcionários, fazer a economia girar e deverá criar ainda uma responsabilidade social e ambiental. É preciso identificar, estabelecer e explorar novas formas de se destacar e isso não é uma tarefa fácil.
Como qualquer outro negócio, existirão as suas dificuldades. Mas pense que com muito empenho e criatividade as boas ideias logo surgem. Empreender é avançar, gerar empregos e evoluir cada vez mais conforme o tempo.
Já dizia o ditado: "Trabalhe em algo que você realmente goste e você nunca precisará trabalhar na vida". Então, fica a reflexão.
Registro aqui minha admiração por grandes empreendedores do Alto Tietê e região, como Erick Watanabe, que é um dos idealizadores da Hamburgada do Bem, de Guarulhos; e Sérgio Gromik, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).