Quanto mais o tempo passa, mais eu torço para que não deixe de rir de coisas bestas ou continuar não me importando com o ser "ridículo". Porque, geralmente, todo mundo que ri alto, brinca, se expõe de uma maneira que entendo ser positiva, é taxada de cara de pau, infantil e nem sempre isso é um elogio.
Eu prefiro achar que é, e é dessa maneira que quero continuar por essa caminhada. Não ter vergonha de falar o que quero e fazer o que me deixa feliz.
Ultimamente, tenho cantado bastante. Bom, cantar, não sei se é bem o termo, mas que adoro soltar o verbo num videokê, vish...adoro!
E encarnando a cantora Rosana, sinto-me a deusa da canção postando o vídeo dessa performance em minha rede social, para quem tiver vontade de ver e ouvir. Pelo menos, para aqueles vários que felizmente tenho em minha vida, serve como boas risadas também.
Esses dias, no ramo de atuação em que trabalho, estamos testando uma nova funcionalidade legal chamada Bloco H. Pense na besta aqui ouvindo todo mundo falar isso rapidamente em todo canto da empresa.
Não parava de rir, com essa típica graça de jardim de infância. Ter o riso frouxo me ajuda também nos momentos difíceis porque, sim, eles existem.
Mas confesso que é mais fácil passar por eles sendo assim, pois quando menos percebo, algo faz com que eu comece a rir novamente e tire o foco do problema, talvez até me dando a direção para seguir e resolvê-los.
É assim que supero o trem lotado, como tanto já relatei aqui. Junta algumas pessoas, uma puxa conversa daqui, outra dali e, sem pestanejar, já iniciamos uma série de fatos engraçados chegando ao nosso destino até mais leves.
Agora é torcer para que essa alegria também esteja presente nessa turbulência política que vivenciamos: perdas de direitos, corrupção escancarada, pessoas se agredindo com uma facilidade e irresponsabilidade incrível atrás de um teclado.
Até eu preciso de uma dose extra de humor e otimismo, mas para quem tem fé o amanhã é sempre uma boa oportunidade de dias melhores. Então, bora ser criança!