O Brasil iniciou o ano com mais de R$ 3 trilhões de dívida interna, o que significa que o País deve o valor de um Produto Interno Bruto (PIB) anual.
Os bons administradores trabalham com receita e despesa. O cálculo é simples. Um trabalhador que ganha por mês R$ 1,5 mil, poderá gastar no máximo R$ 1,5 mil, mas, de preferência, deve gastar R$ 1 mil em despesas e economizar R$ 500 ou o que for possível.
No momento em que alguém gasta mais do que ganha, obviamente, ficará inadimplente ou endividado. As dívidas vão aumentando como se fosse uma bola de neve. Caso haja dívida com bancos a situação ficará pior, pois os juros são altíssimos.
Ora, se a dívida interna acumulada é de mais de R$ 3 trilhões, não se consegue pagar a dívida ou diminuí-la e não sobrarão recursos para investimentos. É como se alguém necessitasse "vender a viola para comprar as cordas". Eis aí a incompetência da administração pública e da desgovernança.
Destaque-se que esta dívida vem acumulando de governo para governo e não se vê soluções. É ou não é o despreparo dos governos que passaram pela União? É preciso muita economia em todos os setores, daí começarão a surgir as revoltas do povo, pois faltarão recursos para todas as áreas: saúde, transporte, educação, investimentos e todos os setores da administração, sem falar nos problemas originários da previdência social e reajustes dos salários dos servidores.
Como investir em questões sociais, construir presídios e novas vagas para os condenados e melhorar a segurança? No momento em que se coloca para administrar apenas políticos e não pessoas com competência, formação superior e experiência em administração, dificilmente os curiosos, ingênuos e oportunistas darão conta de uma administração competente para tirar o País da lama.
Obrigar todos os políticos, antes de se candidatarem, a passar por um curso de administração em alto nível. Estes cidadãos querem? Logicamente que não. Desejam apenas "faturar" com ganhos públicos e o povo que "se dane". Falta patriotismo, visão de uma nação desenvolvida e amor ao próximo.