Se existe uma coisa que eu gosto de ganhar é brinde.
Não posso passar perto de alguém distribuindo alguma coisa que já estico o pescoção para ver o que é e pegar também.
Na hora, pouco importa na verdade o que está sendo distribuído, se é de graça, pode me dar um.
Esses dias, ao voltar de um cliente, peguei carona até a Estação Tatuapé e de lá, viria até onde trabalho.
Era mais ou menos horário de almoço e vi um alvoroço próximo às catracas, já na área paga.
Logo, os olhos brilharam. Opa! Distribuição..brinde..de graça!
Me enfiei na multidão e saí toda alegre com um copo de macarrão instantâneo que nunca comi na vida!
É a sensação de um verdadeiro troféu que poderia muito bem ter adquirido no mercado mais próximo, mas só quem gosta de brindes como eu, sabe do que estou falando.
Como escritora, uma das paixões é caneta. Quer brinde melhor do que isso?
Tenho uma gaveta cheia delas desde aquelas que ganhamos de escritório de contabilidade até uma sem tampa, mas com um design bonitinho.
Detalhe: muitas delas já sem tinta porque eu não tenho problema em usar os brindes ganhos.
Quando vou nos saraus, torço para ganhar algum botton, calendário, imã de geladeira ainda mais com os poemas dos amigos.
Às vezes, dou sorte ou mais sorte ainda quando "sobra" algum para trazer para casa.
Antigamente, essa época espera ansiosa pelas agendas dos clientes ou fornecedores das empresas onde trabalhava.
Sempre sobrava alguma para distribuir entre os funcionários. Sei lá, cada doido com sua mania e uma das minhas é essa.
Bom, então, #ficaadica, está aberta a temporada de todos os dias do ano para me darem brindes.
Vou curtir como se fosse o presente mais caro do Universo, pode contar com isso!
Ah e antes que digam que sou só "pidona", como Viajante também já tive os meus dias de distribuidora de brindes, então, posso pedir sem culpa. Tem algum aí?