Depois de um longo desenvolvimento por uma aliança de grandes multinacionais do ramo de jogos eletrônicos, a partir da conceituação em 2014, foi lançado em 06 de julho de 2016, na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, estendendo-se a inúmeros países na sequência, o Pokémon Go, um jogo livre, de realidade aumentada e voltado para Smartphones que operam tanto na plataforma iOS quanto na Android. Utilizando como recursos básicos, a câmera, o GPS e mapas dos celulares inteligentes, a brincadeira consiste na caminhada real do jogador em busca dos famosos e cobiçados Pokémons.
É muito interessante, à medida que, de fato, integra o usuário ao seu mundo real, favorecendo o exercício físico, já que é impossível o sucesso sem boas caminhadas.
Foi quase uma centena de milhões de adeptos logo em seguida ao lançamento e o jogo continua sendo o top de downloads nas lojas virtuais. Sem dúvida, mais uma febre, como ocorre em vários segmentos do entretenimento, a qual deve ser reconhecida, avaliada e tratada com serenidade, mas também com seriedade, pois as crianças, adolescentes e jovens de nossos dias, em regra, costumam exagerar na dose, quando surge algo novo que caiu nas graças da maioria.
O divertimento é benéfico e as novidades, eletrizantes, ainda mais quando, mesmo se tratando de um jogo eletrônico, o jogador não é mantido estático em frente ao display do dispositivo, mas precisamos ficar atentos, pais e responsáveis por esses meninos para que algo que é essencialmente bom, não se torne um estorvo para o estudo e até para o relacionamento familiar. Portanto, aqui também é preciso impor limites!