Ah, a música... A linguagem universal. Não importa o idioma que as pessoas falam, a música sempre consegue transmitir uma mensagem de forma que todos a entendam. Tem aquela que, quando começamos a ouvir, ficamos tristes; outras que, logo na sua primeira batida, nos alegram e às vezes até sentimos vontade de sair dançando. Por ser tão importante, em 1º de outubro celebra-se o Dia Internacional da Música. A data foi instituída em 1975 pelo International Music Council, uma organização não governamental fundada com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) para promover valores como a paz e a amizade por meio da música.

Música todos os dias

Você já parou para pensar quanto de música você ouve durante o dia? Mesmo que não ligue o rádio ou aperte o play no seu celular. Você ouve música na televisão. Você passa na rua e acaba ouvindo também. E o mais engraçado é que, pelo menos uma vez ao dia, uma música surge do nada na sua cabeça.
Mas isso nem sempre foi assim. Apesar de existir como produção cultural desde que o ser humano começou a se organizar em tribos primitivas pela África, no século XIX, para conseguir ouvir música tocada profissionalmente era preciso que a pessoa fosse até um espaço dedicado a isso, como igrejas ou salas de concertos, em horários específicos.
De lá para cá, os nossos hábitos de audição mudaram. A primeira transformação veio ainda no século XIX, com o surgimento da tecnologia que permitia gravar e reproduzir performances musicais. Nas décadas seguintes, a inovação foi focada no aprimoramento dessas gravações, para que o público tivesse acesso a um material de qualidade cada vez melhor. Hoje, serviços de streaming, como Spotify e Deezer, uma espécie de programas musicais; e o próprio YouTube, com vídeos musicais, deixam as nossas músicas com o nosso toque especial. 

Para todos os ouvidos

Existe uma imensidão de estilos musicais para agradar a todos. Rock, MPB, folk, gospel, pop, jazz, samba, rap, reggae, forró, latina, erudita, pagode, sertanejo, funk, black, axé, eletrônica... Tem para todos os gostos. No Brasil, é comum observarmos que algumas regiões possuem um gênero predominante, por exemplo no Nordeste, onde o forró e o axé são os mais ouvidos.
Essa variedade tão grande entre gêneros musicais faz com que as crianças já comecem a formar as suas preferências desde cedo. As musiquinhas das novelas “Cúmplices de Um Resgate”, “Carrossel” e “Violeta” ou de desenhos como “Show da Luna”, “Galinha Pintadinha”, “Hora da Aventura”, “Minecraft” e da Disney estão nas listas de preferência entre a garotada. No entanto, o POP comercial que toca nas rádios, como Justin Bieber, One Direction, DNCE, Bruno Mars, Dami Lovato e Fifith Harmony estão sempre nos fones de ouvidos das crianças, mas o rock internacional também tem lugar. Do Brasil, Anitta, Pitty, Luan Santana e outros cantores sertanejos também estão nas playlists.

Letras que nos fazem refletir

Apesar de possuírem um caráter de entretenimento, as músicas também carregam um papel especial em nossas vidas: nos fazer refletir. Por meio de letras fortes e melodias agradáveis, elas são capazes de nos transmitir ensinamentos, acalmar nossas almas, e nos passar mensagens que não havíamos encontrado em lugar algum. A música é uma extensão do nosso eu, é o som da nossa alma. Não dá para viver sem, não é mesmo?