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O horário das 23 horas é conhecido pela ousadia e sensualidade. Vivendo a prostituta Mimi, de "Liberdade, Liberdade", Yanna Lavigne não se intimidou com as sequências de nudez que enfrentaria ao longo do folhetim de Mário Teixeira. Para a atriz, a confiança na equipe do "set" é essencial para o sucesso das cenas. "Acredito na direção, no autor e no câmera. É tudo uma composição de fatores. Além disso, a sensualidade está maior nas cenas em que ela está vestida do que fazendo sexo automático", afirma Yanna, que precisou driblar a timidez para enfrentar os percalços da profissão. "Meu lado tímido fica atrás da câmera. Na frente, é a Mimi", diz. Para compor uma personagem de um período distante, a atriz buscou referências em filmes e livros sobre a Inconfidência Mineira e o Brasil colônia. Além disso, assistiu a longas sobre prostituição, como "Moulin Rouge: Amor em Vermelho'' e "Bruna Surfistinha".
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