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Um novo estudo feito nos Estados Unidos, com participação brasileira, mostrou que alterações em proteínas que transportam o colesterol no sangue podem ser detectadas e utilizadas como um novo marcador para o risco de diabete. A doença afeta 9% da população mundial e é uma das principais causas de enfarte, perda de visão, disfunção dos rins e problemas de circulação nos membros. Esses riscos podem estar presentes ao longo de anos ou décadas que antecedem o diagnóstico do diabete tipo 2.
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