O Sistema Produtor Alto Tietê (SPAT) opera com 53,8% da capacidade nesta quinta-feira (16), segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). O índice representa alta de 1,5 ponto percentual em relação a 16 de março, quando o sistema registrava 52,3%, e de 1,1 ponto percentual na comparação com o dia 31 do mesmo mês, quando atingiu 52,7%.
No período entre 16 de março e 16 de abril, a represa de Taiaçupeba, localizada em Mogi das Cruzes, foi a que registrou o maior aumento, com alta de 18,1 pontos percentuais. O volume passou de 51,1% para 69,2%.
As represas de Ponte Nova, localizada entre Biritiba Mirim e Salesópolis, e de Paraitinga, em Salesópolis, também registraram aumento no mesmo período, mas em níveis inferiores aos de Taiaçupeba. Em Ponte Nova, a alta foi de 0,7 ponto porcentual (de 46,7% para 47,4%), enquanto em Paraitinga o avanço foi de 0,4 ponto porcentual (de 58,3% para 58,7%).
Já a barragem de Biritiba, na divisa entre Biritiba Mirim e Mogi das Cruzes, registrou a maior queda no período analisado, com recuo de 16,4 pontos percentuais, passando de 65,9% para 49,5%. A unidade de Jundiaí, em Mogi das Cruzes, também registrou queda no mesmo período. A variação foi de 5,1%, passando de 69,2% para 64,1%.
Chuvas
Os dados da Sabesp referentes a março apontam que o SPAT registrou volume de chuva de 68,8 milímetros (mm). O valor é 6,8 mm superior ao mesmo período de 2025, quando o sistema teve 62 mm de chuva. Ainda assim, o índice permanece 81,4 mm abaixo da média histórica de 150,2 mm.
Já nos anos anteriores, os volumes de chuva registrados em março ficaram acima do índice deste ano. Em 2024, o acumulado foi de 159,8 mm, enquanto em 2023 chegou a 133,7 mm e, em 2022, a 155,8 mm.