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O Programa Mais Médicos, um dos mais conhecidos na área da Saúde, deve passar por mudanças ainda este mês. De acordo com o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, a pasta finaliza a portaria que estabelece novos critérios para o cálculo de quantos médicos cada município do programa tem direito a receber. No Alto Tietê, há 43 médicos atuantes no programa. Em Itaquaquecetuba existem 18 profissionais, em Suzano há 16 e em Arujá são nove médicos no programa.
Já Mogi das Cruzes não participa do projeto, mas faz parte do programa de Profissionais da Atenção Básica, que diz respeito a médicos recém-formados contratados e custeados pelo município. Poá fez, novamente, a adesão para participar do programa e aguarda o posicionamento do Ministério da Saúde. A pasta abriu o edital para adesão do programa no mês passado e a previsão é que a lista das cidades escolhidas seja definida nesta semana.
Em 2015, Poá solicitou a inclusão do município no Mais Médicos, no entanto, de acordo com a prefeitura, não foi atendido. Ainda segundo o órgão público, Poá estava dentro dos critérios exigidos para a escolha e não havia motivo para não ser escolhida (veja critérios no quadro). A secretária informou em nota que "este ano fez a adesão para entrar no programa e aguarda posicionamento do Ministério da Saúde".
Já a secretaria de Itaquá informou que o município possui 18 médicos do programa e aguarda a chegada de mais dois. Em Mogi, a pasta comunicou em nota que participa apenas do "Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica (Provab), que são médicos brasileiros recém-formados". A unidade informou que no Provab há, atualmente, dois profissionais que realizam o atendimento em unidades básicas de saúde e que ainda há vagas para mais dois médicos recém-formados".
Atualmente em Suzano há 16 profissionais do programa. A pasta ainda avaliou que "neste momento, seria adequado que o município recebesse mais quatro". A secretaria ainda esclareceu que o "planejamento para o município aponta para a ampliação de mais dez equipes no ano que vem, assim, aumentando a demanda em mais dez médicos para 2019". A pasta informou em nota que "houve apenas uma manifestação do atual ministro sinalizando que mudanças serão feitas no programa" e, com isso, "não é possível avaliar de que forma se dará a adesão por parte do município".
Por sua vez, Arujá argumentou que, como ainda não foram apresentados os critérios de mudança do programa, a expectativa da distribuição de médicos é a mesma imposta no início, com dez profissionais, ou seja, ainda não se sabe se esse número aumentará ou diminuirá com as possíveis mudanças nas regras. O município conta com nove profissionais dentro do programa Mais Médicos e que ainda há uma vaga na cidade.
* Texto supervisionado pelo editor.
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