O projeto Trânsito Seguro, Mogi pela Vida, em função do Maio Amarelo, que promove a conscientização de pedestres e motoristas, começou ontem em Mogi das Cruzes em nove pontos do município. A parceria entre a Secretaria Municipal de Transportes, agentes de trânsito e atiradores do Tiro de Guerra, proporciona o auxílio na travessia de pedestres e o fluxo de veículos.
Um dos pontos foi o cruzamento das ruas Doutor Ricardo Vilela e Doutor Deodato Wertheimer, que contou com uma equipe, das 10 às 12 horas, entregando panfletos aos condutores e orientando sobre as vias.
O lançamento oficial da campanha, será amanhã às 10 horas, no auditório da Prefeitura de Mogi das Cruzes. A programação do mês tem ações na próxima segunda-feira, das 10 às 12 horas, na conexão da avenida Doutor Deodato Wertheimer com a rua Ipiranga, Largo do Socorro, avenida João XXIII com avenida Nilo Marcatto e avenida Ricieri José Marcatto, na altura da escola Iracema Brasil de Siqueira.
Além disso, a campanha também inclui projetos para as crianças. No próximo sábado, no evento Bairro Feliz no Parque São Martinho, e no dia 24, na Praça Sacadura Cabral, às 9 e às 14 horas, e no Bairro Feliz no Cocuera, dia 26 deste mês.
De acordo com o secretário de Transportes, José Luiz Freire de Almeida, entre as ruas Doutor Ricardo Vilela e Doutor Deodato Wertheimer, há três pontos onde é feita a sincronização dos semáforos e novas faixas, para que os pedestres possam circular. Ele revelou que ainda há estudos e monitoramento para ampliar as melhorias.
Almeida explicou a preocupação central da campanha. "As pessoas se preocupam apenas com o fluxo de carros e temos que priorizar a segurança dos pedestres, e todas as nossas ações visam isso", disse ele, que aproveitou para comentar sobre o estudo de mudança na rua Capitão Manoel Rudge, na Vila Oliveira. "Muitas pessoas se manifestaram até mesmo sobre outros pontos da cidade. Então, teremos novos projetos para colher estas sugestões também, para que nossas equipes possam estudar melhorias", adiantou.
Entre as pessoas que estavam caminhando na manhã de ontem pelo centro de Mogi, muitas se sentiram mais seguras em atravessar as ruas a partir das orientações, assim como a copeira Silmara de Camargo, 44 anos, que afirmou ter gostado da iniciativa. "Tudo depende da educação das pessoas, principalmente dos motoristas, que avançam no sinal vermelho", afirmou ela.
Outra pessoa que também enalteceu a ação foi Janailson Santos, 25 anos, que mora em Suzano e trabalha como operador de máquinas em Mogi. "Passo todos os dias pelo centro e acho que essa campanha pode ajudar, mas o que deve mudar é o respeito ao próximo e mais placas de sinalização", concluiu.
* Texto supervisionado pelo editor.