O ser humano tem uma usina própria de vitamina D. A pele é a maior fonte da vitamina, que na verdade é um hormônio cuja fabricação é ativada pelos raios UVB. A vitamina D abre "portinhas" do intestino para o cálcio ser absorvido para a produção de osso. "Apenas dez minutos por dia no Sol na hora do almoço, sem protetor e sem interferência de vidro, é suficiente. Crianças pequenas devem respeitar os horários de menos insolação, até às 10 horas e após às 16 horas", explica a biomédica Renata Campos, proprietária do Laboratório Bio Campos.
Segundo ela, a falta de vitamina D prejudica os ossos nos extremos da vida: para as crianças, é causa de raquitismo, quando os ossos ficam finos e quebram. Já nos idosos, a carência contribui para a osteoporose, que faz o osso esfarelar, causando quedas por fraturas.
O exame de sangue 25(OH)D constitui o melhor marcador da deficiência de vitamina D e da intoxicação exógena, razões pela qual mais frequentemente levam à indicação dessa investigação. É o exame mais adequado para avaliar o status de vitamina D, por refletir com maior fidelidade suas reservas corporais.