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Até o fim do ano, a Prefeitura de Mogi das Cruzes vai atingir a marca de 5.240 unidades do Minha Casa, Minha Vida entregues. Além dos 300 apartamentos do residencial Manacá, que deve ser inaugurado no dia 4 de agosto, a administração municipal espera entregar as chaves de outras 520 moradias até o fim deste ano - conjuntos Tietê e Maitaca -, ambos na avenida Kaoru Hirmatsu.
De acordo com a secretária de Assuntos Jurídicos, Dalciani Felizardo, a Prefeitura pretende pleitear novas unidades junto ao governo Federal e estuda realizar um novo cadastro para saber qual é a real demanda da cidade. A secretária explicou que, no momento, a construtora responsável pelos dois últimos empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida, trabalha para concluir a obra de esgotamento que atenderá as 520 unidades. Os conjuntos habitacionais da avenida Kaoru Hiramatsu formam um complexo de cinco condomínios, que totalizam 1.240 apartamentos. A região foi uma das que recebeu mais investimentos.
Dalciani esclareceu que o município espera liberação de recursos para mais dois empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida faixa I, que atende famílias com renda de zero a 3 salários mínimos. Um deles ficará na Vila Nova Estação e outro na Vila Nova Aparecida. "A obra da Vila Nova Estação é "casada", temos a regularização, reurbanização e a construção de 164 unidades. No local existem 108 famílias que estão sobre o coletor tronco da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), que é área de risco. Como o governo Federal cessou o repasse de recurso, esta construção foi afetada. O município está empenhado na construção dessas obras", ressaltou.
Em relação à construção de apartamentos na Vila Nova Aparecida, a secretária explicou que a Prefeitura já disponibilizou um terreno. "Doamos a área para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) da Caixa. O momento da conclusão da licitação para a contratação da empresa foi exatamente quando o governo Federal suspendeu os recursos", acrescentou. Dalciani informou que a cidade já está avaliando novas áreas que podem ser apresentadas ao governo Federal para receber novos empreendimentos.
Demanda
Segundo a secretária, atualmente, a Prefeitura trabalha com um número estimado de déficit de moradia entre 10 mil e 12 mil. Este dado é referente a um levantamento do Plano Municipal de Habitação, que apontou uma demanda de 17 mil moradias. Hoje, a seleção das famílias atendidas pelo programa habitacional leva em consideração o cadastro municipal realizado em 2009. No entanto, de acordo com Dalciani, esta lista apresenta algumas falhas, como inscrições duplicadas e pessoas de outros municípios.
A secretária afirmou que o prefeito Marcus Melo (PSDB) estuda realizar um novo levantamento. "A cidade cresceu nos últimos anos. Neste momento estamos avaliando a necessidade de um novo levantamento e possivelmente um novo cadastro, mas nada está definido", destacou.
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