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O presidente da Câmara, vereador Carlos Evaristo da Silva (PSD), publicou ontem o ato que proíbe reforma nos gabinetes sem autorização prévia. A medida se fez necessária desde que o vereador Caio Cunha (PV) iniciou uma obra de pintura e adequação de seu gabinete. Com a publicação, o parlamentar será notificado e as mudanças terão que ser desfeitas.
Segundo o presidente, o documento foi elaborado e assinado no último dia 14, mas sua publicação se deu ontem, quando o mesmo passou a valer. "Existiu apenas uma conversa com o vereador Caio Cunha e não uma autorização de minha parte. Ele falou comigo sobre a reforma no dia 14 e no mesmo dia o Jurídico me orientou a fazer o ato disciplinando esse tipo de situação", explicou o pastor.
De acordo com o texto do ato, fica proibida reforma, pintura, alteração de alvenaria, cores de parede, colocação de papel de parede, rede elétrica, bem como alteração no mobiliário nos gabinetes sem autorização da presidência.
O vereador que quiser fazer algum tipo de serviço em seu espaço de trabalho terá que encaminhar um pedido por escrito, que será avaliado pelas unidades de manutenção e patrimônio do Legislativo.
Em entrevista no início da semana, o vereador Caio Cunha explicou que a ideia de reformar a sala visa oferecer um ambiente mais adequado para quem trabalha no local e para a população que é atendida lá. Ele destacou que toda a reforma foi bancada com recursos próprios e que não utilizou dinheiro público na obra.
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