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Desde que um dos túneis do Complexo Viário foi inaugurado na área central de Mogi das Cruzes, quem passa pelas proximidades da estação ferroviária percebe que a passagem de veículos não é mais permitida em um pequeno trecho da rua Brás Cubas, contíguo à praça. A saída da via está fechada com bloquetes de concreto e a pequena extensão da rua se assemelha à uma extensão da praça local.
Questionada sobre o que será feito no local, a Secretaria Municipal de Planejamento informou que este trecho da rua Brás Cubas continuará funcionando como um dos principais corredores de tráfego da região central da cidade, permitindo o tráfego de veículos desde a rua Ipiranga até a rua Barão de Jaceguai. No trecho específico da praça Oswaldo Cruz, a via terá trânsito local (para uso dos comerciantes) e priorizará o fluxo de pedestres.
Segundo a pasta, a construção do Complexo Viário prevê não apenas a execução dos dois túneis (o primeiro entregue no dia 10 de dezembro, no sentido centro-bairro, e o segundo em execução, com mais de 80% das obras executadas), mas também um grande trabalho de reurbanização de toda a região. Deste modo, as três praças existentes no local (Oswaldo Cruz, Sacadura Cabral e a antiga praça onde havia um posto de gasolina, entre as ruas Cabo Diogo Oliver, Hamilton da Silva e Costa e Engenheiro Gualberto) darão lugar a um único espaço, integrado e arborizado. Este padrão construtivo já foi aplicado na requalificação da rua Professor Flaviano de Melo e na Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros, por exemplo, acrescentou a secretaria.
Com isso, futuramente os pedestres poderão caminhar desde a Catedral de Sant'Anna, descendo a Flaviano de Melo, passando pela Doutor Deodato Wertheimer até a atual praça Oswaldo Cruz, já em um novo espaço que será remodelado. Será possível ainda atravessar a linha férrea e chegar ao Mogilar, na rua Hamilton da Silva e Costa.
Em entrevista ao Grupo Mogi News, alguns comerciantes locais não reclamaram do fato da rua ter sido fechada para veículos. "Estou há 11 anos aqui, venho de trem e como a estação fica perto, para mim é indiferente. Não tenho percebido nenhuma mudança significativa. Para mim continua a mesma coisa, inclusive nas vendas, pois não dependo muito do trânsito no meu negócio", diz Eduardo Kazuo, de 58 anos, que trabalha em uma relojoaria.
Já o funcionário de uma loja de roupas da rua Brás Cubas, Sérgio Paulino, 47, também acredita que o movimento continua igual. "Aqui fica perto da estação, então tem horários pontuais de maior movimento. E a queda nas vendas vem anterior a isso, talvez devido à crise".
Para a atendente de lanchonete, Carolina Jiayaotan, 19, o horário de pico para o comércio no local é das 11 às 14 horas, por ser horário de almoço. "Fora isso, fica um pouco mais vazio mesmo", observou.
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