A Justiça Eleitoral concedeu ontem os diplomas para os 23 vereadores eleitos. Alguns participaram da diplomação pela primeira vez enquanto outros se tornaram veteranos.
O vereador Carlos Evaristo da Silva (PSD) assumirá o cargo pela quarta vez. Em 2017, ele deverá ser eleito para a presidência do Legislativo. "A sensação é de responsabilidade. É um mandato no qual tenho a perspectiva de assumir a presidência da Câmara. Estou bastante animado e pensativo em relação à todos os cuidados que tenho que ter, a maneira que quero administrar a Câmara. Estou muito reflexivo", disse.
O presidente da Câmara, Mauro Araújo (PMDB), destacou que o desafio dos parlamentares eleitos será compreender o resultado das urnas. "É uma sensação diferente, até pelo momento que vivemos. Tivemos uma eleição atípica, mais curta e difícil. Recebo o diploma pelo trabalho que é desenvolvido há 12 anos, mas também estou preocupado em tentar entender o que população quis dizer, pois um terço dos eleitores não foi às urnas, esse número nunca tinha sido registrado em Mogi", ressaltou.
O atual vice-prefeito José Antonio Cuco Pereira (PSDB) volta para à Câmara após oito anos no Executivo. "Agora, venho com uma bagagem de conhecimento maior e posso construir, de maneira muito mais eficaz, o engrandecimento da cidade e resolução de seus problemas", destacou.
Sadao Sakai (PR), que foi escolhido como secretário municipal de Desenvolvimento, reforçou que atuará para o crescimento do município, principalmente em um período de crise. "Vamos colaborar para ajudar o novo prefeito", informou.
O vereador Caio Cunha (PV), que foi reeleito com o maior número de votos, disse que continuará seu projeto político. "Esse reconhecimento das urnas traz mais responsabilidade", acrescentou. O vereador Iduigues Ferreira Martins (PT) disse que permanecerá com a postura de oposição. Os vereadores suplentes devem pegar os diplomadas no cartório eleitoral. (L.N.)