A Câmara de Arujá aprovou, com a inclusão de duas emendas, o projeto de Lei nº 206/16 que determina, entre outras medidas, a redução do número de assessores parlamentares. A proposta, de iniciativa da Mesa Diretora extingue 17 cargos comissionados do quadro de servidores do Legislativo. Medida implicará em uma economia anual de R$ 500 mil aos cofres públicos. 
Na prática, os 15 vereadores eleitos e reeleitos para a 14ª Legislatura - a ser iniciada em 2017 - terão reduzido de três para dois o número de assessores disponíveis para atendimento nos gabinetes. A propositura também modifica nomenclatura, atribuições e referências salariais dos quadros remanescentes.
Os atuais cargos de Assessor Parlamentar Chefe e Assessor Parlamentar serão denominados Chefe de Gabinete Legislativo e Assessor de Relações Parlamentares e terão vencimentos de
R$ 4.650 e R$ 3.750, respectivamente. A exigência mínima de escolaridade é o ensino médio completo. Para ambos os empregos havia, até este ano, disponibilidade de 45 vagas. Com a aprovação do projeto, o número caiu para 30. Os cargos de Assessor Jurídico (1 vaga) e Assessor de Gabinete da Presidência (1 vaga) também foram extintos.
Desde 2009, o Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP) vem chamando a atenção da Câmara quanto ao excessivo número de comissionados se comparado ao de funcionários efetivos.
A decisão de atender a exigência do TCE - órgão responsável pelo julgamento das contas da Câmara - causou protestos e indignação por parte de muitos vereadores. Sendo sancionada, a Lei entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2017.